segunda-feira, 6 de novembro de 2017

IBOV – Semana decisiva



O IBOV vem corrigindo desde o começo de outubro. Da máxima, em 78 mil pontos, à mínima, em 73 mil pontos, o índice corrigiu mais de 6%.

Na última sexta-feira o índice atingiu o primeiro suporte importante em 73 / 74 mil pontos, referente à mínima de setembro de 2017 e ao topo histórico rompido recentemente, que agora funciona como suporte. Pela sinalização gráfica do pregão de sexta, 03/11, existe uma boa chance que o IBOV repique (alta) nos próximos pregões, mas é preciso ter cautela, veja:

No curto prazo, pelo gráfico diário, estamos em tendência de baixa.

Vários ativos importantes estão em tendência de baixa. Por outro lado, algumas ações encontraram suportes imediatos.

O suporte mais importante do IBOV está em 69 / 70 mil pontos que corresponde ao penúltimo topo no gráfico semanal, à média móvel de 21 semanas, também no semanal, e à retração de 38% de Fibonacci, esta última relacionada ao movimento iniciado em janeiro de 2016 (gráfico acima).

Assim, fica claro que ainda há espaço para mais quedas no IBOV. Todavia, num mercado fortemente altista, suportes intermediários, como o atual, podem segurar os preços e, por vezes, podem estimular uma nova onda de alta.

Isto posto, qual a minha expectativa para o curto prazo?

É provável que o IBOV apresente alguns dias de alta. Talvez mire os 76 mil pontos.

Não é desprezível que o IBOV tente buscar o topo de 2017 em 78 mil pontos nas próximas semanas. 

Eu, particularmente, acho improvável a superação desta marca ainda em 2017. Mas, tudo é possível.

Após o provável repique nos preços, a retomada das quedas e a perda dos 73 mil pontos é uma alternativa bem plausível.

Por último, sempre é bom lembrar que o rumo dos mercados americanos devem nos guiar nas próximas semanas. Uma eventual queda lá pode derrubar os preços aqui.

Para aqueles que operam na bolsa de valores no dia a dia, esses pontos de “indecisão” são corriqueiros. Faz parte do jogo. É impossível prever o caminho exato que o IBOV seguirá. O mais importante é não se precipitar e seguir o fluxo do dinheiro no curto prazo.

Já para os pequenos investidores, o ideal é aproveitar os períodos de correção para aumentar a posição na ponta compradora, haja vista que apesar do cenário incerto de curto prazo, o BULL MARKET de longo prazo do IBOV continua intacto. Compre aos poucos e não exagere na dose. Invista somente o dinheiro que visa o longo prazo. Mantenha uma carteira equilibrada.

MJR

* As opiniões postadas no blog são apenas posições do autor sobre o tema, e não constituem em si, recomendações de compra ou venda de ativos.


terça-feira, 31 de outubro de 2017

BOVA11: uma maneira fácil de investir na bolsa brasileira



Replico no blog o artigo que escrevi em outubro de 2017 para o Boletim do Colégio Brasileiro de Radiologia, uma coluna em que escrevo mensalmente: BOVA11: uma maneira fácil de investir na bolsa brasileira.  

Recentemente, um colega do hospital onde trabalho me perguntou sobre como investir no ativo BOVA 11. Assim, antes de adentrar aos fundamentos para a escolha de uma determinada ação na bolsa de valores (análise fundamentalista), vou comentar novamente sobre esta forma eficiente e fácil de investir na bolsa brasileira. No final de 2015, no último boletim do CBR daquele ano, fiz a recomendação de compra deste ativo: cotação unitária de 42 reais. No momento em que escrevo ele está cotado a R$ 69,54. Alta de mais de 60% em menos de dois anos.

Desta forma, o questionamento do colega é muito comum e frequentemente várias pessoas me perguntam sobre o mesmo assunto: existe uma maneira simples de investir na bolsa? A minha resposta está na ponta da língua. “Compre BOVA11”.

O BOVA11 não é uma ação, mas sim um Fundo de Índice (ETF é a sigla em inglês para Exchange Traded Fund), negociado na bolsa de valores de SP, que tem ótima liquidez diária e cujas cotas são negociadas num lote padrão de “10”, ou seja, podemos comprar de 10 em 10 cotas, o que facilita a vida do pequeno investidor.

Este fundo contém em sua carteira de ativos todas as ações que compõem o Índice Bovespa (IBOV), em torno de 58 ações, e na mesma proporção. O objetivo do fundo é replicar o desempenho do IBOV, que é o principal índice da bolsa brasileira. Desta forma, é muito simples operá-lo. E melhor, sem o risco de aplicar em uma única empresa. Não há risco de crédito. Outro fator positivo: a cada quatro meses, o próprio índice se encarrega de reduzir a participação das empresas de pior desempenho, pois o IBOV é rebalanceado quadrimestralmente. Daniel Khaneman, Prêmio Nobel de Economia em 2002 e um dos expoentes internacionais em psicologia comportamental, em recente palestra no Brasil, afirmou categoricamente que a maneira mais eficiente e sábia do pequeno investidor aplicar no mercado de ações é via ETF.

O processo de compra é igual ao de uma ação. Basta inserir o código BOVA11 no Home Broker e comprar lotes múltiplos de 10. Sugiro compras mensais. Não tente adivinhar “fundos” no intuito de comprar mais barato. Se essa tarefa é muito complicada para os profissionais, imagine para os amadores. Faça um preço médio. E nunca aplique tudo de uma vez.

Após alta de 60%, o ativo não estaria caro? Decididamente, não é possível ter certeza sobre isso, mas acredito fortemente que estamos apenas no começo de um longo ciclo de alta para o IBOV e que uma alta ainda mais expressiva irá acontecer nos próximos anos. Posto isto, fica claro que aplicar no BOVA11 é uma maneira simples, fácil e segura de aplicar seu dinheiro na bolsa de valores. Se você não tem tempo, paciência e não pretende se dedicar ao mercado de ações, esta é melhor maneira de garantir seu futuro. Basta abrir uma conta numa corretora e ter noções básicas de compra e venda de ativos, o que sempre é muito simples. Cerca de 700 reais já são suficientes para aplicar. Contudo, como para cada compra existirá uma taxa de corretagem, opte por compras periódicas, mensais ou trimestrais, reduzindo os custos das operações. E o mais importante: vise o longo prazo. Estou falando em aplicações para além de 5 anos. E lembre-se, aplique somente o dinheiro que tenha esse objetivo. Para o curto prazo existem outras modalidades de investimentos.

Obs:

*Algumas cotações estão desatualizadas, por exemplo, a cotação atual do BOVA11 é de 72 reais, mas optei por replicar o artigo como foi originalmente escrito.

*Para finalizar, um complemento fora do artigo: as correções no IBOV, como a atual, são ótimas oportunidades de aumentar sua posição neste ativo.

Abraço, MJR.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Um pouco de renda fixa



Hoje tem decisão do Copom. O consenso do mercado é para um corte de 75 pontos-base. Assim, a taxa básica de juros passaria para 7.5% ao ano. Uma das mais baixas da história. Alguns analistas acreditam que teremos pelo menos mais dois cortes nos juros nas próximas reuniões, em dezembro de 2017 e janeiro de 2018, com cortes de 50 e 25 pontos-base, respectivamente. Caso essa premissa se confirme, começaremos o ano, lógico, depois do carnaval, no menor patamar de taxa de juros da história, em 6.75% ao ano.

Problemas:

1.       A inflação começou a mostrar alguma reação nos últimos dois meses.

2.       Os graves problemas fiscais no Brasil estão longe de estarem solucionados. O gigantesco déficit fiscal continua firme e forte. E pior, as reformas seguem paradas no congresso, especialmente a da Previdência. O governo federal promete retomar a reforma da previdência depois de “encerrar” a denúncia contra o presidente no congresso. Será que ainda há tempo hábil para aprovar uma reforma da previdência, mesmo que desidratada?

3.       Ano que vem teremos eleições presidenciais e a palavra-chave do momento é incerteza. Seguiremos no caminho correto ou voltaremos à nova matriz econômica que colocou o país nessa crise? Entretanto, gostaria de comentar que o processo eleitoral de 2018 nem começou para o Senhor Mercado. Esqueça as fagulhas atuais. O que temos até agora é muito irrelevante e nada palpável. Acredito que o mercado começará a precificar o processo eleitoral apenas a partir de março de 2018. Prepare-se para a volatilidade.

Posto isto, o que fazer com os títulos do Tesouro Direto.

1.       Não vejo mais atratividade nos títulos prefixados: alto risco e ganhos limitados. Quem ganhou, ganhou. Pronto. Eu, particularmente, já zerei minha posição nos últimos meses, e com ganhos expressivos (títulos comprados em 2015 e 2016).

2.       Tesouro Inflação: continue investindo nos títulos de longo prazo: 2035. Apesar de mais arriscados, eles ainda têm fôlego para valorização no curto prazo. E mais, eles garantem um ganho real de 5%, acima da inflação. Para os títulos mais curtos, 2019 e 2024, sugiro zerar posição.

3.       Tesouro Selic. Do meu ponto de vista é a melhor opção para o curto prazo: próximos 12 meses. Em momentos de incerteza e aumento de volatilidade, o melhor é ficar protegido e reduzir o risco.

Sempre é bom lembrar, que fatores externos ao Brasil podem mexer com o fluxo de investimentos aqui. Assim, fique atento aos próximos passos do FED e do Banco Central Europeu. Um aumento de juros por lá poderá diminuir a liquidez global e, por conseguinte, reduzir o fluxo de dinheiro para os países emergentes.


Abraço. MJR


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

IBOV – Perspectivas de curto prazo



Antes de tudo, uma satisfação aos leitores do blog. A minha ausência nos últimos dias está intimamente relacionada a um problema de saúde em família. Atuei no mercado neste período, mas escrever nestas situações, bem ou mal, requer uma mente em paz. Ainda bem que o pior já passou e, graças a Deus e aos médicos, com final feliz.

Curiosamente, no último post comentei que um analista “recomendou férias” após o IBOV romper o topo histórico. E acho que ele tinha razão. Neste ínterim, o IBOV pouco andou: tentou uma realização, logo em seguida subiu forte no dia 03/10 e depois voltou a ficar morno. Assim, para onde o IBOV irá no curto prazo, haja vista que para o longo prazo, continuo muito otimista – o céu é o limite!

No momento em que escrevo o IBOV fechou em pouco menos de 77 mil pontos. Como sempre no mercado, temos três cenários para as próximas semanas: alta, baixa ou estabilidade.

1 – O mais provável: continuar renovando novas máximas. Bull Market é Bull Market. O mercado é soberano, e não se discute! Alvos esperados: 79 mil e depois 82 mil pontos (por Fibonacci). Por que acredito que essa é a hipótese mais provável? Nos últimos meses o IBOV se descolou um pouco do cenário político (que continua caótico) e mira fortemente na melhora dos fundamentos da economia brasileira: juros em forte queda, inflação controlada e retomada da atividade econômica. Outro ponto fundamental: com a queda dos juros básicos, a renda fixa no Brasil está perdendo a atratividade e vários fundos estão migrando para o mercado de ações (é muita grana desembarcando na bolsa brasileira).

2 = Uma correção: se há um mês o mercado estava esticado na alta, atualmente não está mais. Porém, ainda há mais espaço para um recuo mais agudo no IBOV, sem alterar a tendência de alta (os suportes foram comentados no post anterior). Em minha opinião este fato somente ocorrerá se as bolsas americanas começarem um recuo mais agudo. Caso contrário, a alta lá influenciará positivamente a bolsa aqui.

3 = A estabilidade: essa me parece uma possibilidade mais remota. A baixa volatilidade das últimas semanas tem dias contados.

Posto isso, o que fazer? Continue comprado na bolsa brasileira. Monte um bom portfólio e aumente sua posição nas quedas – oportunidades. Para uma eventual queda mais aguda, compre “seguros” no mercado futuro (venda de minicontratos - hedge parcial de carteira) ou mercado de opções (compra de PUTs).

Abraço.


MJR


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

BULL MARKET do IBOV – Próximos alvos e suportes



Na última segunda, 11/09, o IBOV rompeu o topo histórico em 73.920.  O recorde anterior foi atingido em maio de 2008, há quase uma década. No momento em que escrevo o índice está na casa dos 75 mil pontos.

Este patamar superado é mais um atrativo histórico do que uma marca real. O IBOV se acrescido da inflação do período ou corrigido pelo dólar deveria estar cotado a mais de 110 mil pontos, sem contar o custo de oportunidade deste longo período.

Quando um ativo supera seu topo histórico não existem alvos futuros bem definidos, pois não temos referências fidedignas no passado. Desta forma, ele poderá subir mais 10%, mais 100% ou muito mais nos próximos meses ou anos. Portanto, a continuar o Bull Market atual, o IBOV poderá ir muito mais longe do que imaginamos.

Num post que publiquei em maio deste ano, comentei sobre o EWZ, uma ETF negociada em NYC, que está cotado a menos da metade que valia em 2008. Por essa correlação, o IBOV poderá andar no mínimo mais 100%: 150 mil pontos. Mas como eu disse tudo é muito especulativo. E até lá muita água vai rolar.

Dados econômicos recentes sugerem que o PIB do Brasil em 2018 poderá atingir 3%. Se isso de fato ocorrer o IBOV continuará subindo. A reforma da previdência poderia ser outro combustível extra, mas por enquanto, diante do cenário político atual, parece que ela ficou para depois, infelizmente. Fique atento: se o governo conseguir aprovar “alguma” reforma da previdência em 2017, isso ainda não está precificado pelo mercado e poderá impulsionar o IBOV.

Por outro lado, o IBOV está muito esticado no curto prazo. Estamos na oitava semana seguida de alta, e se contarmos as últimas doze, subimos em 10 delas, uma valorização de 25% desde o último fundo em 60 mil pontos. Assim, uma correção irá acontecer a qualquer momento.

Sempre é bom lembrar que o IBOV é muito resiliente nas suas tendências, ou seja, quando está em alta é muito resistente em mudar sua rota, e quando está em baixa a mesma coisa. Porém, o histórico do índice mostra que uma correção virá, mais cedo ou mais tarde. Faz parte do mundo de renda variável. E quais são os suportes imediatos para o IBOV (veja os gráficos a seguir, diário e semanal, respectivamente). São eles:
74.000 = topo histórico rompido.
71.000 = média móvel de 21 períodos no gráfico diário.
68.000 = fortíssimo suporte (união de vários dados gráficos).




Termino este texto com uma mensagem no mínimo curiosa, retirada de um texto que li recentemente. O analista escreveu: “chegou a hora de tirar férias da bolsa de valores e retornar daqui a alguns meses”. Será? Reflita sobre isso. Uma coisa é certa, não entregue seu lucro para o mercado. Lucro de 25% em apenas três meses é muita coisa. Assim, realize seus lucros parcialmente, faça hedge parcial, compre seguros, etc. Só não fique parado!

MJR


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Topo histórico – Aqui estamos!



No momento em que escrevo o IBOV está cotado a 500 pontos de romper o topo histórico. Comecei no mercado financeiro em 2008 e o topo ocorreu justamente no meu primeiro ano. Lá se vai quase uma década.

O rompimento é uma questão de tempo: pode ser hoje, na próxima semana, no próximo mês ou no próximo ano, mas ele ocorrerá.

A situação econômica do país é infinitamente melhor em 2017 do que em 2014 (início da crise). Veja alguns dados recentes:

·         IPCA em 2017: 1,64% (o menor desde 1994).
·         A Taxa Selic deverá ser reduzida para 8,25% no dia de hoje (e vai cair mais até o fim do ano).
·         O PIB cresceu por dois trimestres seguidos: saímos da recessão!
·         O desempregou recuou em 2017 segundo últimos dados da PNAD.
·         Produção e vendas de carros aumentaram.
·         Setor de construção civil começa a estancar a “sangria”.
·         A “bolsa empresário” foi barrada com a aprovação da TLP no congresso nacional. Agora os juros do BNDES não terão os subsídios de outrora. Era uma vergonha: vide grupo JBS.
·         Reforma trabalhista aprovada.
·         Privatização em pauta.
·         Falta ainda a reforma da previdência, mas que pode ser retomada em breve, mesmo que mais branda.
·         Além de outros bons dados da economia. Nem a baderna política em BSB atrapalhará a retomada do crescimento.

Posto isto, fica claro que estamos recomeçando um novo ciclo de prosperidade econômica no Brasil. A crise fez com que as empresas melhorassem a eficiência. Com a retomada do crescimento todos os segmentos da sociedade ganharão: empresas (maior faturamento), acionistas (lucros), Estado (impostos) e a população (criação de novos empregos e melhores salários).


O IBOV subirá muito mais nos próximos anos. Essa é a maior probabilidade. Neste Bull Market somente uma catástrofe poderia mudar este rumo. E essa catástrofe tem nome: a eleição de um político que pregue o retorno da “nova matriz econômica”. Uma hipótese remota. Por último, sempre é bom lembrar que mesmo nos mercados em forte alta, correções agudas ocorrem. E desta forma não deixe de proteger seus ganhos. Existem maneiras fáceis para tal finalidade. Basta um pouco de dedicação.

MJR


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Após seis longos anos o IBOV supera a casa dos 70 mil pontos



A princípio não acreditava que o Índice Bovespa superararia a resistência em 69 / 70 mil pontos antes de uma correção, como escrevi no post anterior. Contudo, impulsionado pelo anúncio inesperado da privatização da Eletrobrás, o IBOV atropelou a resistência na última terça-feira e hoje oscila por volta dos 71 mil pontos. Um rompimento inequívoco e que ratifica nosso BULL MARKET.

Também fomos ajudados por uma semana tranquila nos mercados americanos e pela forte valorização do minério de ferro. Ainda temos fôlego para subir mais, entretanto um recuo agora seria muito bem-vindo, pois ganharíamos mais força para vencer a barreira do topo histórico em 73/74 mil pontos. A correção pode ocorrer a qualquer momento ou pode até demorar um pouco mais, mas uma coisa é certa, ela virá. Isso é inexorável. Vários ativos estão extremamente esticados e sobrecomprados no curto prazo.

Posto isto, fica claro que o viés de longo prazo continua extremamente positivo para o mercado brasileiro de ações. Porém, no curto prazo turbulências podem ocorrer, mas que não mudarão o rumo da IBOV. Os períodos de correção são ótimas oportunidades para você aumentar as posições vencedoras.

Quando romperemos o topo histórico? Não tenho a menor ideia, mas uma coisa é certa, vamos rompê-lo. É uma questão de tempo. E o mais importante de tudo: depois de romper o topo máximo, o céu é o limite para o IBOV.


Bons investimentos.

MJR